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Estro

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

Livro de Poesia - Díscolas de Runim Iaiá: Os Cavaleiros do Apocalipse - XXIV

Os Cavaleiros do Apocalipse.jpg

                   XXIV

 

"OS CAVALEIROS DO APOCALIPSE"

 

A mim, ó Cavaleiros! Vinde a mim...

Vinde com vossas bocas me tocar

Na pele sedenta, louca por amar,

Que me reveste o corpo de marfim!...

 

Que dos quatro, um de vós, o paladim

Da nobre arte da Dor, me venha dar

Provas do seu valor ao me habitar!

E que de vós, Senhores, venham, por fim,

 

As artes da Tortura, aqui, na Terra:

Para que em minha vida o Sol se eclipse;

Para que, no meu sangue, corra a Guerra

 

Antes do auge do meu Apocalipse!

Ah! Vinde, ó Cavaleiros de alto porte

Tornai-me agora em Peste, Fome e Morte!

 

Ariana Teles

 

 

 

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