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Estro

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

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Livro de Poesia - Díscolas de Runim Iaiá: Prato Teu - XXVIII

Prato Teu.jpg

  XXVIII

 

"PRATO TEU"

 

Olhas p’ra mim com ar de quem tem fome

De vida, de existir, de gozo enfim…

Olhas, com louca garra, um frenesim,

Como quem um repasto doce come.

 

E mais ninguém existe que me tome

Por churrasco ou almoço de jardim,

Com essa ânsia de me comer, a mim,

Numa vontade imensa que não some

 

Numa repetição que não se farta,

Que não se cansa nunca de me ter,

De me chamar de sua e em mim viver

 

Nessa glória de quem jamais se aparta.

Não me importo eu de ser o prato teu

Se esse teu coração for todo meu!

 

Ariana Telles

 

 

 

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