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Estro

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

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Livro de Poesia - Os Anexins de um Vate Sólito: O Último Adeus - XLV (último soneto)

O Último Adeus.jpg                 XLV

 

"O ÚLTIMO ADEUS"

 

Eu sei que para ti nada mais sou.

Amor, eu para sempre te perdi.

Adeus! Pois sei que só te tive, a ti,

Enquanto esse outro homem não voltou.

 

Ah! Como agora tudo em ti mudou

E como nestes dias eu sofri,

Perdido de mim mesmo, eu já morri,

Pois não me ama mais quem já me amou!

 

Eu não te quero mais antiga amada,

Porque nesse universo há outra vida.

Desculpa-me esta minha despedida,

 

Adeus, menina, adeus, não resta nada!

Só me falta implorar, pedir a Deus,

Que me faça esquecer o último adeus.

 

Gil Saraiva

 

 

 

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