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Estro

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

Livro de Poesia - Sortilégio Tropical: Lisboa. - XXXV

(entre cá e lá...)

Lisboa.jpg

 XXXV

 

"LISBOA"

 

Nesta cidade gente se amontoa...

Entre autocarros... carros... me baralho...

Eterna confusão... progresso falho...

Feito para gastar cada pessoa...

 

E num ritmo feroz... onde ressoa

Aquilo a que ainda chamam de trabalho:

Descanso à sombra fresca de um carvalho

Num dos muitos jardins que tem Lisboa!

 

Não quero essa vivência envenenada,

Que esta cidade vibra, goza a vida,

Na floresta de asfalto arquitetada,

 

Lisboa, para tudo, tem saída.

Com o Tejo a compor a aguarela

Cortejo a capital porque ela é bela!...

 

Gil Saraiva

 

 

 

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