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Estro

Estro do meu ego guarda a minha poesia, sem preocupações de forma ou conteúdo, apenas narrativas do que me constitui...

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Livro de Poesia - Os Anexins de um Vate Sólito: Falar de Deus Sem Garantias - XXVII

Falar de Deus Sem Garantias.jpg                 XXVII

 

"FALAR DE DEUS SEM GARANTIAS"

 

Dizer, que nunca mata a alma a morte

E que sem corpo temos outra vida,

A qual é a esperança, aqui, vivida

Por esse em quem a fé tem o suporte;

 

Dizer, que o universo é passaporte

Para mundos da carne já esquecida,

Lá onde a injustiça é bem punida;

Dizer, gritar, que Deus é o mais forte,

 

Pois Ele é Deus, esse Omnipotente,

E Ele é Pai, Filho e ‘spiríto Santo,

Ele é Verdade, Luz, Palavra, Encanto,

 

Pois Ele é Deus, esse Omnisciente,

É coisa de profetas e messias;

Porquê falar de Deus sem garantias?

 

Gil Saraiva

 

 

 

Livro de Poesia - Díscolas de Runim Iaiá: Deus - XXV

Deus.jpg

 XXV

 

"DEUS"

 

Deus, eterna razão, razão perfeita,

O Criador do Mundo e do Ser Vivo,

Não tem nosso feitio intempestivo,

Nem cria obras de raiz suspeita!

 

Mecânico, a que a vida se sujeita,

O Seu próprio princípio é inventivo:

Agir pela justiça, haver motivo

P'ra crença, fé e um credo que se aceita.

 

Deus, que não tem princípio nem tem fim,

Que nos deu memória em prosa e verso,

Não pode permitir o fim do Hino

 

Da Obra Prima em mundo controverso:

"- Deus, Pai, Senhor Supremo, Paladino,

Ajuda-nos a sermos Universo!"

 

Ariana Telles

 

 

 

Livro de Poesia - Quimeras de Quimera II: Infinito

Infinito.jpg

"INFINITO"

 

Um astro brilha lá no firmamento;

Um ponto que me aponta o infinito;

Um cometa indicando um velho mito,

Formado há muito já no pensamento

 

Por não caber no nosso entendimento,

Como não coube no do antigo Egipto,

E, nem nessa Índia velha do sânscrito

Ou mesmo até no Novo Testamento...

 

Tantos sonhos pra lá da estratosfera;

Lendas de deuses, Deus, de Lúcifer;

Mat'rialismos, carne....... só mister!

 

Ah! Pobres humanos quem vos dera

Poder, como eu, viver qualquer quimera,

No infinito amor desta mulher!

 

Gil Saraiva

Livro de Poesia - Quimeras de Quimera II: O Julgamento

O Julgamento.jpg

"O JULGAMENTO"

 

Juntem-se as águas já sob esses céus,

E a Morte tape a fria face crua,

Que o Sol se esconda por detrás da Lua,

Que lá no alto Olimpo trema Zeus...

 

No julgamento já nem falta um deus;

O cansado Mercúrio apenas sua;

Vénus observa feminina e nua

E agora se aproximam os dois réus...

 

O Amor vai ser julgado, e por Dante,

Que no inferno tem associados,

Eu, se este tribunal tem o desplante

 

De condenar os dois apaixonados,

Peço a Cristo que logo, nesse instante,

P’la morte acabe então com tais jurados!

 

Gil Saraiva

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